quarta-feira, 23 de junho de 2010
A Administração é Essencial e a Gestão é Funcional – Parte II
Contudo, torna-se necessário que as pessoas que atuam nos postos-chave de uma organização e que estejam exercendo ações e atividades administrativas não se utilizem do mesmo recurso de dizer que são gestores ou que estão desempenhando a gestão de suas áreas de trabalho porque eles estão mais além desta condição. Eles estão administrando e gerindo e não apenas gerindo uma área de negócio. Advirto meus estudantes para esta distinção entre o que se faz com senso comum e o que procede segundo critérios científicos.
Assim sendo, uma forma de se posicionar em relação ao uso destas duas palavras é observando que Administração é Ação (o que, quando e quanto) enquanto que Gestão é Atividade (como, onde e quanto). Em outras palavras: Administração é Eficácia e Gestão é Eficiência. Fazendo assim, torna-se mais fácil assumir o papel que realmente cabe a cada um no ambiente empresarial ou institucional. É importante salientar em relação à temporalidade que Ação aqui resulta em “produtos” intangíveis, imperecíveis, enquanto que os “produtos” resultantes da Atividade são tangíveis e perecíveis.
O profissional de Administração tem que ser formado com capacidade para realizar estas duas dimensões. E aqui entra o importante papel do Professor como administrador e gestor do conteúdo de suas disciplinas além, naturalmente, da significativa importância da interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade para a formação de um profissional de Administração.
Isto que dizer que o trabalho do Administrador é pensar e agir sobre o que, quando e quanto deve ser feito para se produzir algo, enquanto o trabalho do Gestor é fazer e atuar sobre o que deve ser feito e como, onde e quanto ser feito para que a organização seja bem sucedida em suas ações de desempenho, coopetitividade e lucratividade. A reunião dos dois resulta em efetividade para a empresa, instituição, etc.
Quero salientar, por exemplo, que, em se tratando de Administração e Gestão Estratégica, tem-se que: Estratégia é a Realização da Administração com a Gestão, isto é, que enquanto o Administrador estabelece os parâmetros da Estratégia (Eficácia) o Gestor realiza os parâmetros da Tática (Eficiência) para que a Operação seja bem sucedida (Efetividade), tudo isto em conjunto harmonioso dentro da simultaneidade sistêmica que permite a efetivação das ações e das atividades negociais. Considerando os produtos SHENG nós promovemos isto através do sistema CACHHH (cooperação, amorização, colaboração humorização, harmonização e humanização).
Existem autores (e pesquisadores) que estão escrevendo artigos e livros nos quais ressaltam que estamos saindo da era da Administração Estratégica para a da Gestão Estratégica, ou seja, do meramente pensar a Estratégia para o importante momento de fazer a Estratégia, e mais: de o que seja Estratégia para o como é a Estratégica e assim seguindo para todas as demais áreas que compõem uma organização. Para mim está havendo um erro de ênfase, tendo em vista a preocupação dos estudiosos, e também dos gerentes, com a competitividade quando, a partir de agora é mais importante estar atento para as variáveis que compõem a coopetitividade, orientando-se as empresas mais para vantagens comparativas, intuitivas, emocionais, cognitivas entre concorrentes, do que meramente para o confronto competitivo com os concorrentes.
Em suma, ambas são dimensões importantes para que os negócios sejam bem sucedidos, mas não adianta investir somente na formação de gestores em detrimento do desenvolvimento humano em administração, a menos que não se deseje obter resultados negociais e não se esteja interessado na efetividade organizacional. Penso que foi isto que ocorreu com o pessoal do curso de Gestão Ambiental, o qual, neste caso, estava orientado mais para como operacionalizar as questões ambientais desde o foco bio-ecológico, do que para administrar as questões ambientais negociais e, por isso, não lhe interessava as abordagens científicas próprias para aqueles que se dedicam a um aperfeiçoamento em administração e gestão de negócios.
Leituras sugeridas para orientar os profissionais e estudantes sobre esta discussão:
CARAVANTES, G. e BJUR, W. ReAdministração em Ação. São Paulo: MAKRON Books, 1996.
GUERREIRO RAMOS, Alberto. Administração e Contexto Brasileiro. Rio de Janeiro: FGV, 1983.
HENDERSON, Hazel. Construindo um mundo onde todos ganhem. São Paulo: Cultrix, 1998.
MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996.
SILVA, J. M. da. A avaliação profissional e o processo educacional brasileiro: reflexões sobre a qualidade integral na educação. Vitória da Conquista: UESB, 2004.
WRIGHT, P., KROLL, M. J. e PARNELL, J. Administração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2000.
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domingo, 13 de junho de 2010
A Administração é Essencial e a Gestão é Funcional – Parte I
Certa feita uma colega, profissional de Administração, teve a sua matricula recusada em um curso de pós-graduação Lato Sensu em Gestão Ambiental. Ato contínuo ela veio me procurar na qualidade de Delegado do CRA-BA para a Região Sudoeste, para se queixar e pedir que interferisse junto à Coordenação do Curso no sentido de matriculá-la, uma vez que ela era Administradora, o curso era sobre Gestão e, portanto, ela apresentava os principais requisitos para ser matriculada.
Antes de recorrer à Coordenação do curso, perguntei à reclamante as razões que lhe haviam apresentado no ato de recusa da matrícula no referido curso e ela me falou que lhe negaram a inscrição porque ela não estava habilitada a cursar visto que o conteúdo do curso era todo baseado em temas de Ciências Naturais tais como: Biologia, Ecologia, Biodiversidade, etc., os quais não tinham nenhuma relação com o histórico que ela estava apresentando como documento exigido para comprovação e aceitação no curso. Pela minha visão, ambos (Coordenador e Administradora) estavam certos e plenos de razão.
No caso da profissional de Administração havia a coerência para exigir a matricula porque o curso era de Gestão Ambiental e esta é uma das suas áreas de atuação profissional; segundo seu conhecimento, a gestão é parte intrínseca da Administração. Já o Coordenador, apresentava razões coerentes porque o programa do curso estava cobrindo temas relacionados com as Ciências Naturais e não com as Ciências Sociais Aplicadas.
Que fatores contribuem para que ocorram dificuldades de entendimento desta espécie? Qual o conceito de Gestão segundo o enfoque das Ciências Naturais (se tal existe) e o das Ciências Sociais Aplicadas como hoje se apresenta em todos os ambientes que exigem o desempenho de papeis e o envolvimento empresarial e educacional? Hoje é possível criar negócios em várias áreas de conhecimento humano e em todas elas ambas (Administração e Gestão) são necessárias.
Porém, o uso indiscriminado de uma palavra ou expressão idiomática pode levar as pessoas a exageros desnecessários e isto é o que vem acontecendo com a palavra Gestão. Quase todas as áreas de conhecimento humano, hoje, oferecem possibilidades de gestão e administração, porém, muitas dessas áreas vêm usando de forma abusiva esta palavra para justificar, talvez, as ações para gerir um processo técnico e científico que está sendo conduzido pela prática diária de atividades operacionais, sejam em laboratórios, sejam em ambientes organizacionais, sejam em processos funcionais de instituições científicas e sem fins lucrativos.
Contudo, muitos desses profissionais não estão bem preparados, do ponto de vista administrativo, em relação ao que significa Gestão em seu conteúdo orientado para as competências essenciais de suas profissões, pois somente o curso de bacharelato em Administração oferece condições e possibilidades de preparar e formar profissionais que podem atender, ao mesmo tempo, a Administração e a Gestão.
Isto implica em que não se exige necessariamente uma formação em Administração para se desempenhar as atividades de Gestor quando é requerido desempenho funcional em sentido específico, especializado. Porém em sentido administrativo e geral, torna-se necessário a participação do Administrador quando se trata de gerir os recursos e buscar através deles resultados e benefícios para a organização e para aqueles que a constituíram ou a mantêm, o que leva a questão da colega para um patamar que deixa a coordenação do curso de Gestão Ambiental plena de razão para recusar sua matrícula se esta última assertiva não se aplica ao curso.
Infelizmente esta confusão vai persistir por muito tempo e ainda mais porque os próprios Administradores se curvam em aceitar sem questionar a utilização da palavra Gestão em lugar de Administração quando no exercício de sua profissão, como vem ocorrendo no mundo dos negócios. Ainda podemos salientar que a palavra Gerente, que tem raiz em gerir, é sinônima da palavra Gestor, porém ambas não são sinônimas de Administrador, uma vez que até por conceito legal não atendem aos requisitos da Lei 4769 de 09 de setembro de 1965 que cria e dá suporte normativo a esta profissão.
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sábado, 15 de maio de 2010
Tectologia e Organotectônica
Temos feito referência em alguns trabalhos e artigos ao nosso estudo sobre Prospectiva Estratégica Tectônica (PET) e sua importância para o estudo e solução de distúrbios, conflitos e perturbações de ordem econômica, social, psicológica, cultural e estrutural nas organizações. As idéias desenhadas para discutir e elaborar constructos relacionados com bases teóricas para a compreensão da PET nos levou a elaborar a metodologia que denominamos de Administração Estratégica Tectônica (ADETECT) como síntese desses trabalhos.
Aprofundamos nossas pesquisas envolvendo, principalmente, uma visão interdisciplinar entre Administração, Sismologia, Geofísica, Prospectiva, Teorias de Sistemas, da Complexidade e Teoria das Catástrofes, Teoria de Todas as Coisas, Holística, da Auto-organização, Autopoiese e outras tantas que estiveram em nossa mesa de leitura.
Apesar de ter visitado, lido, estudado e interpretado na medida do possível todas estas teorias como base de apoio para a construção dos Princípios Gerais de Administração Tectônica (que me parece uma expressão mais “digestiva” em relação a do PET, que, por si mesma é mais profunda e dirigida para níveis mais científicos que filosóficos), não havia percebido entre minhas leituras algo relacionado com a Tectology, teoria criada pelo cientista soviético A. Bogdanov.
Assim, para aproximar os nossos estudos interdisciplinares de Administração em conjunto com ciências da Terra e ciências do Cosmo, estou publicando trechos do artigo de John A. Mikes “TECTOLOGY: the natural philosophy of organization in/into complexities”.
A idéia vem a propósito de familiarizar os leitores sobre a nossa idéia de Administração Estratégica Tectônica (ADETECT), com denominações científicas ou nomes de ciências que não estão no dia a dia de nossas academias cartesianas de administração, economia, contabilidade, enfim, ditas ciências sociais. A seguir apresento tradução de alguns trechos para começar uma aproximação entre a Administração Tectônica e Tectologia.
*****
“TECTOLOGY” Resumos:
A Tectologia (Bogdanov 1922) é o "elo que faltava" das ciências naturais, a disciplina de 'auto-organização', a síntese de complexidades mais altas: a filosofia natural de organização i.e. de formação em/para complexidades mais altas; i.e. as regras de predição quando componentes se auto-organizam em uma unidade que desenvolve uma qualidade, diferente daquelas características observáveis nos componentes de montagem de complexidade mais baixa. Domínios da Tectologia: ciências dos materiais, de computação, física e ciências de vida, ciências cognitivas, economia e ciências sociais, desenvolvendo uma filosofia de ciência natural para pavimentar o caminho para o desenvolvimento das disciplinas práticas. Exemplos de complexidades de padrão: matrimônio, células vivas, corpo, sociedade de inseto, evolução, ecologia, mente, programa de computação, economia, idioma e escrita, exército, formações de galáxia, etc. (John A. Mikes)
De acordo com Bogdanov "A preocupação da Tectologia é a sistematização da experiência" organizada, pela identificação de princípios organizacionais universais: “todas as coisas são organizacionáveis, todos os COMPLEXOS só poderiam ser entendidos pelo seu caráter organizacional”. Isto é (historicamente) a primeira identificação de “complexos” filosóficos nas ciências naturais, para denotar uma combinação de elementos de ‘atividade-resistência’. Bogdanov considera que qualquer complexo deve corresponder a seu ambiente e adaptá-lo. (Um complexo organizado e estável é maior do que a soma de suas partes). Em Tectologia, o termo ‘estabilidade’ refere-se não a uma estabilidade dinâmica, mas à possibilidade de preservação do complexo em um dado ambiente. Um ‘complexo’ não é idêntico a uma unidade grande, complicada, difícil de compreender. Posteriormente Bogdanov criou uma concepção única, como a primeira tentativa ‘moderna’ de formulação de uma lei mais geral da organização. A Tectologia foi criada por Bogdanov para conduzir questões tais como holística, fenômeno emergente e desenvolvimento sistêmico. (John A. Mikes)
(...)
Esta nova ciência construtiva edifica os elementos em uma entidade funcional por uma ciência das leis gerais que determinam a organização. De acordo com o seu princípio “empírio-monístico” (1899) ele não reconhece diferenças entre observação e percepção e assim cria o começo de uma ciência empírica geral, supradisciplinar (contudo não sobrenatural). No seu tempo de visão muitíssima psicanalista, o ponto de partida da investigação de Bogdanov era a ‘organização’, como uma unidade expediente. Realmente significou o berço da Ciência de Sistemas e do Holismo. O “todo” em Tectologia, as leis de integridade foram derivadas mais de como os biologistas vêem o mundo do que como os psicanalistas o vêem. Considerando os três ciclos científicos que compõem a base da Tectologia (matemático, físico-biológico, e natural-filosófico), é do ciclo físico-biológico que os conceitos centrais foram tomados e universalizados (Peter Dudley – Simona Pustylnik, 1995). O ponto de partida em “Universal Science of Organization – Tectology” (1913-1922) de Bogdanov é: a natureza tem um caráter geral, organizado, com UM CONJUNTO DE LEIS DE ORGANIZAÇÃO PARA TODOS OS OBJETOS. Está contido em um desenvolvimento interno de unidades complexas, como implicado pelo “macro-paradigma” de Simona Pustylnik que induz conseqüências sinergística em um fenômeno adaptável de montagem (1995). A ótica visionária de Bogdanov de natureza era: de uma ‘organização’ com uma interconexão entre sistemas. Ele estava precedendo a Ciência Geral de Sistemas de L. von Bertalanffy e as escolas modernas de sistemas complexos auto-organizados. Lênin (e Stalin posteriormente) considerou a filosofia natural de Bogdanov uma ameaça ideológica para o seu materialismo dialético revolucionário (o que realmente não era) e pôs tectologia para dormir. (John A. Mikes)
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Como se pode perceber nestes resumos, tanto a Tectologia quanto a Organotectônica ou Administração Tectônica estão engajadas em contribuir para os Princípios Gerais de Administração (PGA) e para o fortalecimento das ciências sociais não como disciplinas isoladas, estanques/estáticas, mas como um conhecimento amplo e multidisciplinar. Creio que é chegada a hora de acabarmos com esta retrógrada separação do conhecimento em disciplinas isoladas, individuais e estáticas.
Principalmente para o profissional de Administração ter um conhecimento inter-multi-pluridisciplinar (Cf. Edgar Morin: A Cabeça Bem-Feita e nosso Blog: http://blogs.universia.com.br/dialogos) é muito importante na medida em que o mundo dos negócios vai se tornando cada vez mais turbulento e complexo nesta Quarta Onda de Globalização.
domingo, 2 de maio de 2010
SISTEMAS HUMANOS: DO INDIVÍDUO AO MULTIVÍDUO
As ciências realizaram o que acreditavam ser sua missão: dissolver a complexidade das aparências para revelar a simplicidade oculta da realidade; de fato, a literatura assumia por missão revelar a complexidade humana que se esconde sob as aparências da simplicidade.
Edgar Morin (A Cabeça Bem-Feita)
O que fez a ciência senão transformar o complexo no simples, a multividualidade na individualidade? As Artes e as “Ciências Artes” (Literatura, Artes Plásticas, Ciências Sociais e Humanas, História, Geografia, Antropologia, Sociologia e Psicologia), ao contrário das Ciências Exatas, procuraram, como o fizeram até agora, identificar e decodificar a complexidade na simplicidade e não para a simplicidade. Isto pode ser agora, ousadamente, posto como a busca da Multividualidade na Individualidade e não para a individualidade apenas.
Na Administração Integral e Holística dizemos que a Ciência Exata (dura, cartesiana) decodificou o homem como um indivíduo, transformando-o em um recurso usável e descartável no ambiente das revoluções industriais, enquanto que a Ciência Arte (mole, flexível, holística) reconstruiu o homem em sua totalidade, em sua multividualidade, considerando-o como um Sistema Humano complexo e não descartável, desconstruindo o conceito de recursos humanos. Aqui reside o Projeto SHENG: ser um ambiente de Ciência Arte, Ciência e Arte ou apenas Arte para promover o ser humano como um sistema e não como um recurso.
O que é o Homem senão um Universo de Homens? Cada um de nós representa um somatório de todos os homens que habitaram e habitam o Planeta; representa um conjunto complexo de indivíduos e não apenas um mero indivíduo como foi e ainda está sendo considerado pela ciência.
O Homem é uma metáfora complexa e não uma simples frase que implica em tratá-lo como recurso pela tecnologia management. Tal qual o Planeta Terra ou os planetas no cosmo, ele vibra ao viver e vive para vibrar, para sacudir. Ele pode ser ao mesmo tempo simples como uma brisa marinha (suave) e complexo e destruidor – quando em estado entrópico positivo – ou complexo e construtor – no estado entrópico negativo – como um furacão: ele é ao mesmo tempo circulação e translação, borda e núcleo. As distinções não cabem em fórmulas duras, mas em proposições moles e suaves.
Daí a ocorrência dos humanomotos que são em nanossentido o equivalente em megassentido ao terremoto, ao maremoto, ao furacão (terra, mar e ar). Isto nos remete ao estudo que estamos efetuando e que chamamos de Administração Estratégica Tectônica, que juntamente com outros trabalhos realizados dentro de nosso Ambiente SHENG será aqui apresentada inicialmente de modo sumário e, depois, em forma de eBook.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
QUEM SOMOS
O Ser Humano não é um “recurso manipulável”. É, antes de tudo, um Realizador e um Creador de resultados desejados
QUEM SOMOS
Preferimos começar dizendo quem não somos porque é mais difícil falarmos daquilo que não sabemos como fazer do que daquilo que pensamos que sabemos fazer. Deste modo podemos dizer que não somos produtores de modismos, nem somos consultores de senso comum.
Não somos mais um grupo que se apodera de alguns conhecimentos e começa a vendê-los como sendo a salvação dos negócios, nem somos os racionalistas que conseguem convencer as pessoas com alguns números para fazê-las acreditar que o que estão dizendo pode contribuir para aumentar os seus resultados desejados.
Não somos profissionais que têm respostas prontas para todas as perguntas que o cliente formula porque sabemos que somente os clientes têm respostas para seus próprios problemas e cabe-nos a tarefa catalisadora de facilitar o caminho para que eles descubram suas soluções.
Portanto, se não somos nada disto, então o que fazemos que seja capaz de dizer o que somos e que pode nos tornar diferente de outros profissionais?
Simples. Somos uma equipe de profissionais, transdisciplinar, que está interessada no futuro de nossos clientes e também nos nossos futuros, claro, porque é no futuro que estaremos realizando as ações que estamos desenvolvendo hoje; e o mesmo ocorre com nossos clientes. É no futuro que nossos clientes irão se realizar com SHENG (sucesso, realização) e, por isso, o passado só nos interessa como espelho para vermos até que ponto as coisas que deveriam ter sido feitas não foram feitas devidamente ou foram feitas erradamente, e assim construirmos os parâmetros que possam nos conduzir, com efetividade, além das montanhas porque é lá que estão as oportunidades: no futuro e não no passado. Quanto mais empreendedores forem nossos Clientes-parceiros maiores são as oportunidades de negócio e com elas as suas e as nossas chances de SHENG.
FILOSOFIA
Nossa Filosofia tem por base a Inclusão e o Engajamento de nossos Clientes-parceiros em nosso negócio e procura contribuir para que eles sejam competitivos e também inclusivos e engajados com seus clientes e alcancem e mantenham sucesso em seus investimentos porque clientes bem sucedidos é o nosso sucesso. Primamos por um circulo virtuoso de co-criatividade, no qual todas as partes e pilares sejam atuantes reais (ou virtuais), mas que estejam sempre e continuamente dentro do nosso negócio.
DIRETRIZES E VALORES
Nossas Diretrizes e Valores se baseiam em Flexibilidade, Capacidade para Escutar, Empatia, Acessibilidade e Assertividade, Confiabilidade, Credibilidade, Ética, Empowerment, Sinergia e Resiliência. Assim sendo, pensamos em:
Criar conhecimentos e estudar os conhecimentos já criados no sentido de melhorar, cada vez mais, a cultura administrativa através dos trabalhos em sala de aula, em laboratórios, em palestras e consultorias, no ambiente produtivo de cada empresa, e tornar público e divulgar todas as novas idéias sonhadas e realizadas nos estudos e pesquisas para compartilhá-los com as pessoas, os colegas, as instituições e empresas-cliente.
VISÃO
Contribuir para que os clientes encontrem as soluções desejadas para seus problemas administrativos e negociais. Tornar-se uma referência Nacional em: Desenvolvimento Estratégico de Sistemas Humanos, Empreendedorismo, Cooperativismo e Administração Estratégica de Qualidade Integral nos próximos cinco anos.
MISSÃO
Desenvolver, criar e implementar projetos de Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos e de Qualidade Integral para nossos Clientes-parceiros que tenham como conseqüência o aumento da produtividade e da lucratividade empresarial.
OBJETIVO
Produzir e implantar projetos de Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos Administração Estratégica de Qualidade Integral, de Sistemas L.I.D.E.R. e de Sistema CACHHH específicos e próprios para cada Cliente-parceiro;
FOCO
Nosso foco é SHENG, ou seja, ascensão, promoção, transformação. Em uma palavra tudo isto significa: Realização e Sucesso. Portanto, nosso FOCO é o Ser Humano Integral.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
EMPRESA SHENG
O QUE É UMA EMPRESA SHENG?
Uma Empresa SHENG é uma organização saudável, rica em conhecimentos, desperta para um mundo que focaliza a felicidade e conta com uma governança centrada
Os produtos SHENG têm como base fundamental o Homem Integral. A ascensão progressiva de todos: da empresa, dos clientes, das comunidades próximas e mesmo distantes.
A Cooperatividade é o marco inicial para a ascensão ao topo da montanha. Ir além das montanhas representa o grande desafio de nossa empresa e de nossos clientes. Ambos, SHENG E CLIENTES, desejam com humildade, flexibilidade, confiança mútua e integridade enfrentarem os obstáculos de ascender ao topo das montanhas do futuro, a partir de AGORA.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
BEM-VINDO AO BLOG SHENG.ADM
SHENG é Ascensão.
Em um resumo do I Ching está descrito: Assim como a semente se esforça para sair da terra e encontrar a luz, a pessoa sábia procura subir pelo esforço contínuo e perseverante. Hexagrama 46.
Na terra crescem árvores, ascendendo. Assim, o Homem Superior, cuidadoso de suas virtudes, constrói a partir do pequeno uma grandeza majestosa.
Você está na página de uma nova forma de promover consultoria. Uma consultoria para uma nova era – A Era do Homem Integral – e para a busca e construção da empresa efetiva, da empresa feliz. Aqui você vai encontrar produtos diferentes em conteúdo e em desempenho comparados com aqueles comumente encontrados nas páginas de consultorias com visão mecanicista e pragmática do mundo. Aqui você não vai encontrar mais um modismo nem uma solução miraculosa que deu certo em alguma empresa. Aqui SUA empresa é a EMPRESA com vida própria, personalidade própria e seguindo valores próprios e únicos: os seus valores.
A SHENG está orientada para gerar produtos que possam promover o Desenvolvimento Humano das Organizações porque considera que o Homem não é um mero recurso para ser utilizado e descartado como um material usado, como vem ocorrendo (ainda) no mundo dos negócios, em especial nas regiões paradoxais, onde as novas tecnologias sociais e empresariais chegam mais lentamente.
Para este Reservatório de Talentos SHENG (SHENG THINK TANK), o Ser Humano é antes de tudo um sistema complexo capaz de realizar ações maravilhosas, especialmente quando ele investe na auto-formação, no auto-conhecimento e se sente livre para criar.
O propósito maior da SHENG é tornar os Sistemas Humanos criadores e criativos dentro das Organizações, observando as condições culturais de cada cliente.
Criar, dentro do conceito SHENG de negócio, é Libertar e é fundamental que se possa promover a liberdade dos Sistemas Humanos dentro das Organizações Integrais para que, assim, se alcance resultados enriquecedores para a vida de todos.
