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Livro Digital

domingo, 23 de dezembro de 2012

Quatro Modelos para uma Administração Integral


A pesquisa revela que muitas pessoas experimentam mudanças fundamentais em seus sentidos de self [ego] e em seus modos de estar no mundo. Embora as experiências individuais de pessoas diferiram amplamente, uma linha dourada de comunalidade brilha através deles tudo o que envolve  uma ampla visão radical de mundo e redefinição de identidade, enquanto significado, e propósito de vida.

De acordo com as idéias (princípios) que formulei para definir uma Administração Integral, pelo menos quatro modelos fundamentais são importantes como bases primárias, os quais absorvem os demais modelos secundários e terciários que se combinam na cotidianidade para fortalecer as posições comportamentais das pessoas em todos os ambientes e, em particular, no ambiente empresarial.

Esses quatro modelos são os pilares de algo mais grandioso que concerne à própria concepção milenar do Homem Total (ou do Ser Total, usando aqui uma expressão do Prof. Caravantes) que foi, através dos vários ciclos da existência planetária, ora ampliado, ora reduzido. Agora, neste novo século (e novo ciclo), parecem, estes modelos, estar retomando o rumo em busca de um equilíbrio dinâmico em substituição ao equilíbrio estático ou estabilidade que foi perseguido, e até concretizado pela sociedade materialista, ao longo dos últimos séculos desde Galileu e Newton até o final do século 20.

Os quatro pilares que chamo de modelos primários são: o Modelo Noosférico – que reúne as inteligências espirituais e intelectuais; o Modelo Hilosférico – que se ocupa das inteligências materiais; o Modelo Biosférico – que, entre outras, reúne as inteligências emocionais; e o Modelo Logosférico – que é responsável pelas inteligências racionais as quais estão diretamente envolvidas com o lado esquerdo da mente;



Estes modelos são básicos para o desenvolvimento das pessoas e foram responsáveis pelos vários modelos mentais que o homem construiu ao longo dos milênios desde a era paleolítica, para marcar um momento no tempo planetário. Para uma Administração Integral estes Modelos devem agir e serem trabalhados de forma integrada e não isolada. O uso isolado ou independente de um desses modelos pode gerar resultados indesejados para os negócios e para as pessoas.

Podemos arriscar a dizer que graças à construção de modelos mentais o indivíduo primitivo, o hominídeo, nômade, solitário, perdido nas paragens perigosas do Planeta, conseguiu sobreviver e prosperar. Graças à construção de modelos mentais foi possível àquele indivíduo se tornar Homo Sapiens e, mais tarde Homo Sapiens-Sapiens.

A nova sociedade do conhecimento e da informação, que evolui desde a metade do século 20, está a exigir das organizações novos rumos e novas posições sociais e econômicas para uma sociedade onde todos ganhem incluindo o próprio Planeta.

Não estou aqui defendendo princípios relacionados com os propalados sobre aquecimento e desaquecimento global, mesmo porque as mudanças climáticas são um processo natural da própria existência do Planeta no Cosmo, desde que este Ente se consolidou na diversidade cósmica, ressalvados os erros cometidos pelo homem em sua ambição negativa em busca da riqueza material em detrimento da riqueza natural.

O que quero tratar como Administração Integral está dentro de um contexto que vem sendo discutido por vários programas científicos em diversos países, em especial no Ocidente. Cito dois entre vários sites que vêm tratando destes temas que são: http://www.integralworld.net, que tem como um dos principais mentores o Ken Wilber, e o http://ions.org/ (de onde coletei a epígrafe deste artigo). Não podemos esquecer, aqui, a contribuição de T. Chardin que acenou com os primeiros passos para a designação dos conteúdos destes Pilares ou Corpos de Ser que estamos aqui expondo.

A Administração Integral ocorre dentro de um contexto que nasceu no Instituto Integral (II) como um dos braços denominado de Integral Management. Outros braços deste Instituto são:
Integral Psychology, Integral Politics, Integral Medicine, Integral Education, Integral Law and Criminal Justice, Integral Arts, Integral Ecology, Integral Spirituality.

Nossa preferência por Administração Integral em lugar de Gestão Integral deve-se a que, segundo o propósito que imprimimos no Ambiente SHENG Administrar é superior e mais amplo que Gerir. Mais ainda, na qualificação profissional sempre estamos discutindo o papel do Administrador e não do Gestor, visto que este é um apêndice daquele ou um suporte para a realização do Fazer, enquanto aquele é o construtor do mapa de viagem que requer ou exige muito do Pensar.

Considerando em sentido estratégico, o Administrador em uma organização deve Pensar sistemas estratégicos e prospectivos para um negócio enquanto o Gestor deve ocupar todo o seu tempo para fazer acontecer as estratégias pensadas, ou seja, gerenciar o fazer certo e sempre da primeira vez as coisas dentro do negócio.

Entre os membros do Integral Business encontram-se alguns nomes que já são nossos conhecidos em disciplinas de Administração. Aqui está a composição atual do quadro de membros fundadores deste braço do Instituto: Warren Bennis, Bob Richards, Fred Kofman, Sam Bercholz, John Forman, Tony Schwartz, Ian Mitroff, Jim Stuart, Eric Klein, Bob Anderson, Joann Neuroth, John Cleveland, Marilyn Hamilton, Michael Putz, Daryl Paulson, Tami Simon, Leo Burke, Geoffrey Gioja, Michel Bauwens, Paul Landraitis, Rick Strycker, Larry Greene, Yasuhiko Kamura, Deepak Chopra, Jordan Gruber, Byron Belitsos, Fred Studier, Joe Firmage.

O Instituto trabalha para realizar sua Missão que é: Despertar a humanidade para a autoconsciência total. Administrar no sentido de uma autoconsciência holística é também o propósito principal de uma Administração Integral como estamos formulando e vimos discutindo em nossos artigos, ensaios nos meios que temos à disposição e, sobretudo, nossos Blogs.

Vale ressaltar que está entre os propósitos do IONS também desenvolver a conscientização do ser e busca de sua total conexão com o sentido da vida. Segundo sua missão, o IONS pretende Avançar com a ciência de consciência e experiência humanas para servir à transformação individual e coletiva.

As nossas atividades no Projeto SHENG são desenhadas tendo como escopo a busca do equilíbrio destes quatro pilares, modelos ou Corpos de Ser que apresentamos aqui, e dos quais iremos discutir com mais detalhes sempre que possível neste e outros Blogs. Consideramos a equilibração destes pilares a melhor forma de sustentabilidade para o homem e para o Planeta.

Os demais discursos sobre desenvolvimento sustentável e outras modas que os chamados experts oferecem aos consumidores de artigos e relatórios acadêmicos são meros arranjos para atrair (e, às vezes, dominar) o senso comum e marcar presença no ambiente comunicacional popular e científico dos países, em particular aqueles em desenvolvimento.

Pão, Paz e Liberdade
Por uma sociedade cooperativa e mais educada
Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos
Visite os Blogs:
http://aeqi.wordpress.com
http://pt.netlog.com/jovinomoreiradasilva 
http://jovinodash.blogspot.com 
http://blogs.universia.com/dialogos

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